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| Fonte: http://www.clker.com |
Bom dia caríssimos amigos, bloggers e outros seguidores, Hoje venho-vos falar de um tema que muito me tem tirado o sono, até porque tenho ouvido imensas e contraditórias opiniões acerca dele, o tema da emigração. Já ouvi como sugestão do nosso PM, que o fizéssemos, nós, jovens criativos, cheios de ideias e ideais, de vontade de trabalhar, preparados para um mundo de trabalho muito mais agressivo e menos recompensador que os nossos pais. Pois bem, as opiniões das pessoas que ouviram isto, dividem-se, entre aqueles que insistem que é a melhor opção, aqueles que insistem que é a única opção... e finalmente temos aqueles que, como eu, SABEM que há alternativa.
Já ouvi respostas como "não tenhas medo, o estrangeiro não morde" ou "os meus tios/primos/pais/irmãos/etc. também foram lá para fora e ganham muito bem, e estão felizes", entre outras...
Mas no fundo, o que é que significa viver no estrangeiro? Em muitos casos, é pura e simplesmente sujeitar-se ao que não nos sujeitaríamos em Portugal, e amealhar como se não houvesse amanhã, viver em condições inferiores às que viveríamos aqui, e viver na esperança de um dia voltar a viver no nosso país sem termos que nos preocupar muito com dinheiro.
Pois bem, mas eu tenho apenas uma resposta para essas pessoas: "EU GOSTO DEMAIS DO MEU PAÍS. Eu trabalhei por ele, nasci nele, fui educado segundo os princípios dele, por pessoas que nasceram, viveram, trabalharam, e foram educados por ele. Este país é meu, e não daqueles senhores engravatados que se sentam todos os dias na Assembleia da República em amenas cavaqueiras, pequenas discussões e leves conflitos. Eu vivo num país que nasceu de um Senhor (e este sim, com maiúscula) que desafiou nobres, combateu a própria mãe, e guerreou com Mouros invasores para construir uma Pátria orgulhosa de o ser."
A todos aqueles que me tentam aconselhar a abandonar o meu país deixo o seguinte recado: "Não posso sequer sonhar em colocar de lado essa hipótese, nem digo que não o farei, se a isso me vir obrigado, mas recuso-me a fazê-lo porque meia dúzia de frustrados e insatisfeitos com a vida, que nunca "vergaram a mola", e desconhecem o significado de política e governação de um país, mas mesmo assim chegaram ao poder, não têm visão e iniciativa para apostar no que têm de melhor no seu próprio país, as pessoas."
ORGULHOSAMENTE PORTUGUÊS, despeço-me com um grande abraço para todos aqueles que não se lembram apenas do seu país de 2 em 2 anos em épocas de mundiais e europeus de futebol.
E já agora, como pretendo fazer meu costume, e citando mais uma vez o saudoso Raúl Solnado,
Façam o favor de ser felizes

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